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	<title>nada pessoal &#187; O filho eterno</title>
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		<title>O peso do presente</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 11:52:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cristovao Tezza]]></category>
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		<category><![CDATA[O filho eterno]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>“É preciso enfrentar as coisas como elas são, ele sonhava. Não fugir do peso medonho do instante presente. A filosofia inteira do século se debruça sobre esse instante vazio, ele relembra. O problema é que as coisas – o filho agora, e toda a interminável e asfixiante soma dos pequenos fatos cotidianos que ele acumulou a vida inteira com a sensação de que criava e nutria uma personalidade própria – as coisas não são nada em si. O mundo não fala. Sou eu que dou a ele a minha palavra; sou eu que digo o que as coisas são. Esse é um poder inigualável – eu posso falsificar tudo e todos, sempre, um Midas Narciso, fazendo de tudo minha imagem, desejo semelhança. Que é mais ou menos o que todos fazem, o tempo todo: falsificar. Essa algaravia monumental em toda parte, todos falando tudo a todo instante, esse horror coletivo ao silêncio.”</p>
<p>Cristovão Tezza, em O Filho Eterno.</p>
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