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	<title>nada pessoal &#187; notas</title>
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		<title>Do hábito</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 22:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Em busca do tempo perdido]]></category>
		<category><![CDATA[Marcel Proust]]></category>
		<category><![CDATA[No caminho de Swann]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;O hábito! Camareiro hábil mas bastante moroso e que começa por deixar sofrer o nosso espírito durante semanas em uma instalação provisória; mas que, apesar de tudo, lhe é grato encontrar, pois que, sem o hábito e reduzido a seus próprios recursos, seria o nosso espírito incapaz de nos tornar habitável qualquer alojamento.&#8221; Proust, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O hábito! Camareiro hábil mas bastante moroso e que começa por deixar sofrer o nosso espírito durante semanas em uma instalação provisória; mas que, apesar de tudo, lhe é grato encontrar, pois que, sem o hábito e reduzido a seus próprios recursos, seria o nosso espírito incapaz de nos tornar habitável qualquer alojamento.&#8221;</p>
<p>Proust, em Combray, primeira parte de No Caminho de Swann.</p>
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		<title>De desaparecer da vida, perdido nele&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 03:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Confissões de Lúcio]]></category>
		<category><![CDATA[Mário de Sá Carneiro]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;– A boa gente que aí vai, meu querido amigo, nunca teve destas complicações. Vive. Nem pensa&#8230; Só eu não deixo de pensar&#8230; O meu mundo interior ampliou-se – volveu-se infinito, e hora a hora se excede! É horrível. Ah! Lúcio, Lúcio! Tenho medo – medo de soçobrar, de me extinguir no meu mundo interior, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;– A boa gente que aí vai, meu querido amigo, nunca teve destas complicações. Vive. Nem pensa&#8230; Só eu não deixo de pensar&#8230; O meu mundo interior ampliou-se – volveu-se infinito, e hora a hora se excede! É horrível. Ah! Lúcio, Lúcio! Tenho medo – medo de soçobrar, de me extinguir no meu mundo interior, de desaparecer da vida, perdido nele&#8230;&#8221;</p>
<p>O poeta Ricardo de Loureiro a Lúcio, em &#8216;<strong>Confissões de Lúcio</strong>&#8216;, de <strong>Mário de Sá Carneiro</strong>.</p>
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		<title>Field</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 12:49:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Henry Fielding]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Meu leitor não deverá, portanto, se admirar se, no decorrer desta obra, encontrar alguns capítulos muito curtos e outros muito longos; alguns que abrangem apenas o tempo de um só dia e outros, o de anos; em resumo, se minha narrativa parece, às vezes, não sair do lugar e, outras vezes, voar, [...] pois, sendo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Meu leitor não deverá, portanto, se admirar se, no decorrer desta obra, encontrar alguns capítulos muito curtos e outros muito longos; alguns que abrangem apenas o tempo de um só dia e outros, o de anos; em resumo, se minha narrativa parece, às vezes, não sair do lugar e, outras vezes, voar, [...] pois, sendo, na realidade, o fundador de um novo território literário, tenho toda a liberdade de ditar as leis que me agradam nesta jurisdição.&#8221;</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Henry Fielding</strong>, em <strong>Tom Jones</strong>.</p>
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		<title>Vazio</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 11:30:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Fim de Partida]]></category>
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		<category><![CDATA[Samuel Beckett]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Um dia você ficará cego, como eu. Estará sentado num lugar qualquer, pequeno ponto perdido no nada, para sempre, no escuro, como eu. Um dia você dirá, estou cansado, vou me sentar, e sentará. Então você dirá, tenho fome, vou me levantar e conseguir o que comer. Mas você não levantará. E você dirá, fiz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Um dia você ficará cego, como eu. Estará sentado num lugar qualquer, pequeno ponto perdido no nada, para sempre, no escuro, como eu. Um dia você dirá, estou cansado, vou me sentar, e sentará. Então você dirá, tenho fome, vou me levantar e conseguir o que comer. Mas você não levantará. E você dirá, fiz mal em sentar, mas já que sentei, ficarei sentado mais um pouco, depois levanto e busco o que comer. Mas você não levantará e nem conseguirá o que comer. Ficará um tempo olhando a parede, então você dirá, vou fechar os olhos, cochilar talvez, depois vou me sentir melhor, e você os fechará. E quando reabrir os olhos, não haverá mais parede. Estará rodeado pelo vazio do infinito, nem todos os mortos de todos os tempos, ainda que ressuscitassem, o preencheriam, e então você será como um pedregulho perdido na estepe.&#8221;</p>
<p>Samuel Beckett, em Fim de Partida.</p>
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		<title>A vida</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 15:29:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Julio Cortázar]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;como um comentário de  outra coisa que não alcançamos, e que está aí ao alcance do salto que  não demos.&#8221;</p>
<p>Julio Cortázar, em algum de seus livros.</p>
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		<title>Lembre do tempo, mas</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 13:17:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[O Som e a Fúria]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Quando a sombra do caixilho apareceu  na cortina era entre sete e oito horas, e portanto eu estava no tempo de  novo, ouvindo o relógio. Era o relógio de meu avô, e quando o ganhei de  meu pai ele disse Estou lhe dando o mausoléu de toda esperança e todo  desejo; é extremamente provável que você o use para lograr o reducto  absurdum de toda experiência humana, que será tão pouco adaptado às suas  necessidades individuais quanto foi às dele e às do pai dele. Dou-lhe  este relógio não para que você se lembre do tempo, mas para que você  possa esquecê-lo por um momento de vez em quando e não gaste todo seu  fôlego tentando conquistá-lo. Porque jamais se ganha batalha alguma, ele  disse. Nenhuma batalha sequer é lutada. O campo revela ao homem apenas a  sua própria loucura e desespero, e a vitória é uma ilusão de filósofos e  néscios.&#8221;</p>
<p>William Faulkner, em O Som e a Fúria.</p>
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		<title>O peso do presente</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 11:52:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cristovao Tezza]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>“É preciso enfrentar as coisas como elas são, ele sonhava. Não fugir do peso medonho do instante presente. A filosofia inteira do século se debruça sobre esse instante vazio, ele relembra. O problema é que as coisas – o filho agora, e toda a interminável e asfixiante soma dos pequenos fatos cotidianos que ele acumulou a vida inteira com a sensação de que criava e nutria uma personalidade própria – as coisas não são nada em si. O mundo não fala. Sou eu que dou a ele a minha palavra; sou eu que digo o que as coisas são. Esse é um poder inigualável – eu posso falsificar tudo e todos, sempre, um Midas Narciso, fazendo de tudo minha imagem, desejo semelhança. Que é mais ou menos o que todos fazem, o tempo todo: falsificar. Essa algaravia monumental em toda parte, todos falando tudo a todo instante, esse horror coletivo ao silêncio.”</p>
<p>Cristovão Tezza, em O Filho Eterno.</p>
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		<title>Perto do coração selvagem</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 11:12:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;Eis-me de volta ao corpo. Voltar ao meu corpo. Quando me surpreendo ao fundo do espelho assusto-me. Mal posso acreditar que tenho limites, que sou recortada e definida. Sinto-me espalhada no ar, pensando dentro das criaturas, vivendo nas coisas além de mim mesma. Quando me surpreendo ao espelho não me assusto porque me ache feia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Eis-me de volta ao corpo. Voltar ao meu corpo. Quando me surpreendo ao fundo do espelho assusto-me. Mal posso acreditar que tenho limites, que sou recortada e definida. Sinto-me espalhada no ar, pensando dentro das criaturas, vivendo nas coisas além de mim mesma. Quando me surpreendo ao espelho não me assusto porque me ache feia ou bonita. É que me descubro de outra qualidade. Depois de não me ver há muito quase esqueço que sou humana, esqueço meu passado e sou com a mesma libertação de fim e de consciência quanto uma coisa apenas viva. [...]</p>
<p>“Tento isolar-me para encontrar a vida em si mesma. No entanto apoiei-me demais no jogo que distrai e consola e quando dele me afasto, encontro-me bruscamente sem amparo. No momento em que fecho a porta atrás de mim, instantaneamente me desprendo das coisas. Tudo o que foi distancia-se de mim, mergulhando surdamente nas minhas águas longínquas. Ouço-a, a queda. Alegre e plana espero por mim mesma, espero que lentamente me eleve e surja verdadeira diante de meus olhos. Em vez de me obter com a fuga, vejo-me desamparada, solitária, jogada num cubículo sem dimensões, onde a luz e a sombra são fantasmas quietos. No meu interior encontro o silêncio procurado. Mas dele fico tão perdida de qualquer lembrança de algum ser humano e de mim mesma, que transformo essa impressão em certeza de solidão física.&#8221;</p>
<p>Clarice, em Perto do Coração Selvagem.</p>
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		<title>A névoa</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 11:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Octavio Paz]]></category>

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		<description><![CDATA[Mis pasos en esta calle Resuenan En otra calle Donde Oigo mis pasos Pasar en esta calle Donde Sólo es real la niebla Octavio Paz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mis pasos en esta calle<br />
Resuenan<br />
En otra calle<br />
Donde<br />
Oigo mis pasos<br />
Pasar en esta calle<br />
Donde<br />
Sólo es real la niebla</p>
<p>Octavio Paz.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O tempo, o tempo, o tempo&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 21:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis</dc:creator>
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		<category><![CDATA[notas]]></category>
		<category><![CDATA[Raduan Nassar]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;nos intervalos da angústia, se colhe, de um áspero caule, na palma da mão, a rosa branca do desespero (&#8230;) o tempo, o tempo, o tempo me pesquisava na sua calma, o tempo me castigava &#8230; que súbito espanto, que atropelos, vendo o coração me surgir assim de repente feito um pássaro ferido, gritando aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;nos intervalos da angústia, se colhe, de um áspero caule, na palma da mão, a rosa branca do desespero<br />
(&#8230;)<br />
o tempo, o tempo, o tempo me pesquisava na sua calma, o tempo me castigava &#8230; que súbito espanto, que atropelos, vendo o coração me surgir assim de repente feito um pássaro ferido, gritando aos saltos na minha palma!”</p>
<p>Raduan Nassar, em Lavoura Arcaica.</p>
]]></content:encoded>
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