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	<title>nada pessoal &#187; linda hutcheon</title>
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		<title>Paródia moderna?</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 15:20:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denis</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>“A paródia moderna, afirma Linda Hutcheon, se distingue da imitação ridicularizante mencionada nas definições padrões dos dicionários. Além de reativar o passado, dando-lhe contexto novo e freqüentemente irônico, ela exige do leitor maior atualização e melhor conhecimento do passado, levando-o, se preciso for, a voltar a ele para uma maior integração com a obra. Em sua inversão irônica, é um jogo com convenções múltiplas, uma prolongada repetição com diferença crítica, uma confrontação estilística que, longe de desmerecer o original, ressalta nele apenas a diferença. Por seu aspecto sofisticado, a paródia faz exigências não apenas daqueles que a utilizam como também de seus intérpretes. De fato, tanto o escritor quanto o leitor devem efetuar uma superposição estrutural dos textos, que incorpore o antigo ao novo, visto que ela é uma síntese bitextual.”</p>
<p>Logo na primeira página da Introdução do <strong>Ulisses</strong> (Objetiva, 2008, R$ 92,00), de <strong>James Joyce</strong>, escrita pela tradutora <strong>Bernardina da Silveira Pinheiro</strong>. Como se pode notar, ela apóia-se nas idéias da crítica canadense <strong>Linda Hutcheon</strong>. E, como se pode perceber, também, a paródia mordena (ou contemporânea) ordinária segue partindo dos dicionários, muitas vezes misturando paródia com sátira, ou melhor, falta de criatividade com tiração de sarro.</p>
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