“Eis-me de volta ao corpo. Voltar ao meu corpo. Quando me surpreendo ao fundo do espelho assusto-me. Mal posso acreditar que tenho limites, que sou recortada e definida. Sinto-me espalhada no ar, pensando dentro das criaturas, vivendo nas coisas além de mim mesma. Quando me surpreendo ao espelho não me assusto porque me ache feia [...]
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Amor
7 Junho 10
“A crueza do mundo era tranqüila. O assassinato era profundo. E a morte não era o que pensávamos.” Amanhã, eu subo o conto de onde retirei esse trechinho. Que conto!
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