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	<title>nada pessoal</title>
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	<description>eu penso e o Denis escreve</description>
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		<title>Sanfona</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 20:19:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Novo e belo clipe da banda ruído/mm.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8wmm113Ip_A" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="412" src="http://www.youtube.com/v/8wmm113Ip_A"></embed></object></p>
<p>Novo e belo clipe da banda <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.myspace.com/ruidopormilimetro" target="_blank">ruído/mm</a></span>.</p>
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		<title>Luz conquistada</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 15:38:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“(&#8230;) eu redescobria em Tipasa que era preciso (&#8230;) amar o dia que escapa à injustiça e tornar ao combate com essa luz conquistada. Reencontrava a antiga beleza, um céu jovem, compreendendo enfim que nos piores anos de nossa loucura a lembrança desse céu jamais me abandonara. Fora ele, afinal, que me impedira de desesperar.&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: verdana,arial,geneva,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">“(&#8230;) eu redescobria em Tipasa que era preciso (&#8230;) amar o dia que escapa à injustiça e tornar ao combate com essa luz conquistada. Reencontrava a antiga beleza, um céu jovem, compreendendo enfim que nos piores anos de nossa loucura a lembrança desse céu jamais me abandonara. Fora ele, afinal, que me impedira de desesperar.&#8221; Esse é </span></span><span style="font-family: verdana,arial,geneva,sans-serif;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Albert Camus</strong>, em <strong>Volta a Tipasa</strong>.</span></span></span><span style="font-family: verdana,arial,geneva,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-size: small;"> Retirei o trecho do <a href="http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=4440" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">artigo &#8220;O absurdo da condição humana&#8221;</span></a>, escrito por <strong>Pedro Maciel</strong>.</span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana,arial,geneva,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-size: small;">Ler isso, seja em qual contexto o trecho esteja no livro, depois de saber que <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,pelo-menos-500-morrem-em-massacre-etnico-na-nigeria,521110,0.htm" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">pelo menos 500 morreram em massacre étnico na Nigéria</span></a>, serve-me como uma ilustração do pouco que eu quis dizer, no texto sobre <a href="http://www.nadapessoal.com.br/2010/03/08/o-paradoxo-do-qual-partimos/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">o paradoxo do qual partimos</span></a> (escrito dias atrás, mas que só publiquei hoje cedo). </span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana,arial,geneva,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-size: small;">Meu desejo sincero é o de que cada um alcance sua &#8216;luz conquistada&#8217; e, se não for pedir muito, que ela brilhe o suficiente para iluminar também o terreno dos que estiverem próximo.</span><br />
</span></span></span></span></p>
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		<title>O paradoxo do qual partimos</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 15:22:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<a href="http://www.nadapessoal.com.br/2010/03/08/o-paradoxo-do-qual-partimos/"><img src="http://www.nadapessoal.com.br/wp-content/uploads/2010/03/salvador-dali.jpg"/></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Aproveitando a leitura do ótimo artigo “<strong>Uma vida sem consolação</strong>” (de Jeanne-Marie Gagnebin, na Cult de Fevereiro, disponível <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.nadapessoal.com.br/2010/03/02/uma-vida-sem-consolacao-por-jeanne-marie-gagnebin/" target="_blank">aqui</a></span>) e traçando um paralelo com o esclarecedor capítulo de “<strong>Os Problemas da Filosofia</strong>” (de Bertrand Russell, em 1912, disponível <a href="http://www.nadapessoal.com.br/2009/05/31/o-valor-da-filosofia-bertrand-russell/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></a>), permita-me esse breve registro de um questionamento filosófico falido.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>O que nos consola?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Todos, se pararmos para pensar cinco minutos que sejam sobre a vida, logo empacaremos diante do grande questionamento de todos os tempos, aquele sobre o seu sentido. Portanto, não é nenhuma novidade essa questão, como também até agora não há nenhuma resposta conclusiva a ela. Sabemos bem que a Filosofia não oferece respostas, não sabemos<sup> [1]</sup>? Bom, se pensarmos que importante é o percurso rumo a essa reposta inalcançável e a habilidade em não se deixar levar só pela razão ou ludibriar pela fé, ambas em diferentes extremos<sup> [2]</sup>, então o que nos consola não havendo um ponto de chegada?</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong> O ignóbil</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dia desses, eu estava de carro no belo trânsito das 18hrs e aproveitei o engarrafamento para imaginar as pretensões de felicidade que cada veículo conduzia. Apesar de todas as diferenças, somos tão elementares, certo? Algumas horas antes, eu havia assistido a um programa no Discovery sobre a ação de certos parasitas no organismo humano, que ficam latentes por décadas ou agindo sorrateiramente até agravarem irreversivelmente a saúde. Não preciso dizer o tipo de mal que eles causam e o quão engenhosos eles são.</p>
<p style="text-align: justify;">O ponto é que a Natureza possui sua dinâmica sendo um complexo vivo que tende ao equilíbrio, com o Homem em busca da felicidade e os animais procurando apenas manter a própria espécie (ainda que o Homem ameace tal equilíbrio constantemente, mesmo sendo peça dessa engrenagem). Porém, supondo que seja essa busca da Natureza pelo equilíbrio o que faz com que diferentes filósofos procurem o sentido da vida, nem mesmo essa premissa oferece uma via possível ou passível de Verdade (com esse &#8220;v&#8221; maiúsculo temível). Pois sabemos que a Natureza, para se equilibrar, é capaz de maldades ignóbeis, afinal, por que os parasitas microscópicos agem daquela maneira engenhosamente danosa? Por que os seres humanos se destroem do modo como vemos todos os dias, ameaçando sem piedade a felicidade da própria espécie? E, como, em meio a todo esse mal existente no mundo, há também e na mesma proporção tanta beleza?</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong> A beleza e a dor</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eis só até onde eu gostaria de chegar: a dúvida. Ao final, sempre ela, essa deusa fugidia, miríade de questionamentos implícitos em uma única pergunta: qual o sentido de tudo isso? E se você parte em busca da resposta, evitando os caminhos extremos da racionalidade e da fé, não há como chegar a algum lugar no qual já não estejam lhe recepcionando, lado a lado, a beleza e a dor da vida, como duas inimigas de mãos dadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se essa contradição lhe surpreender, será porque está sendo racional demais. E se isso não lhe surpreender, será porque acredita em coisas demais. No fundo, no fundo, há que se conviver assim, com a constante contradição, seja qual caminho se adote. A beleza e a dor são inconciliáveis, porém convivem como condição básica da vida na Terra. A única certeza a que se chega, quase como um ponto passivo entre os filósofos, é a respeito de nossa finitude, de nossa incapacidade, seja em abarcar tudo, seja em suportar tanto. E esse não é o sentido da vida, longe disso, esse é apenas o começo do percurso.</p>
<p><a></a></p>
Notas:<ol class="footnotes"><li id="footnote_0_1720" class="footnote">“O valor da filosofia, na realidade, deve ser buscado, em grande medida, na sua própria incerteza”, Russell</li><li id="footnote_1_1720" class="footnote">leia a reflexão sobre as duas características da <em>Aufklärung</em>, no artigo de Gagnebin</li></ol>]]></content:encoded>
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		<title>A voz de Monteiro Lobato</title>
		<link>http://www.nadapessoal.com.br/2010/03/08/a-voz-de-monteiro-lobato/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 11:15:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Dois dias antes de morrer, Lobato concedeu essa entrevista para Murilo Antunes Alves, na Rádio Record, em 1948. Ouça as outras duas partes:


Vi lá no Todo Prosa do Sérgio Rodrigues.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/KD9LdEbvp1I" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="412" src="http://www.youtube.com/v/KD9LdEbvp1I"></embed></object></p>
<p>Dois dias antes de morrer, <strong>Lobato </strong>concedeu essa entrevista para <strong>Murilo Antunes Alves</strong>, na <strong>Rádio Record</strong>, em 1948. Ouça as outras duas partes:<span id="more-1789"></span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yqJhKab_RJw" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="412" src="http://www.youtube.com/v/yqJhKab_RJw"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JXkUdCdQrrU" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="412" src="http://www.youtube.com/v/JXkUdCdQrrU"></embed></object></p>
<p>Vi <a href="http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2010/02/25/aumenta-que-isso-ai-e-monteiro-lobato/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">lá no Todo Prosa</span></a> do <span style="color: #000000;"><strong>Sérgio Rodrigues</strong></span>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Davide Toffolo</title>
		<link>http://www.nadapessoal.com.br/2010/03/07/davide-toffolo/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 15:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[





































Caffé a colazione e Davide Toffolo.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.nadapessoal.com.br/wp-content/uploads/2010/03/caffeacolazione.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1785" title="caffeacolazione" src="http://www.nadapessoal.com.br/wp-content/uploads/2010/03/caffeacolazione.jpg" alt="" width="500" height="690" /></a><br />
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<a href="http://caffeacolazione.tumblr.com" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">Caffé a colazione</span></a> e <a href="http://www.localsmagazine.it/articoliread.php?id=125" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">Davide Toffolo</span></a>.<br />
<a></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Paródia moderna?</title>
		<link>http://www.nadapessoal.com.br/2010/03/06/parodia-moderna/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 15:20:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“A paródia moderna, afirma Linda Hutcheon, se distingue da imitação ridicularizante mencionada nas definições padrões dos dicionários. Além de reativar o passado, dando-lhe contexto novo e freqüentemente irônico, ela exige do leitor maior atualização e melhor conhecimento do passado, levando-o, se preciso for, a voltar a ele para uma maior integração com a obra. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“A paródia moderna, afirma Linda Hutcheon, se distingue da imitação ridicularizante mencionada nas definições padrões dos dicionários. Além de reativar o passado, dando-lhe contexto novo e freqüentemente irônico, ela exige do leitor maior atualização e melhor conhecimento do passado, levando-o, se preciso for, a voltar a ele para uma maior integração com a obra. Em sua inversão irônica, é um jogo com convenções múltiplas, uma prolongada repetição com diferença crítica, uma confrontação estilística que, longe de desmerecer o original, ressalta nele apenas a diferença. Por seu aspecto sofisticado, a paródia faz exigências não apenas daqueles que a utilizam como também de seus intérpretes. De fato, tanto o escritor quanto o leitor devem efetuar uma superposição estrutural dos textos, que incorpore o antigo ao novo, visto que ela é uma síntese bitextual.”</p>
<p>Logo na primeira página da Introdução do <strong>Ulisses</strong> (Objetiva, 2008, R$ 92,00), de <strong>James Joyce</strong>, escrita pela tradutora <strong>Bernardina da Silveira Pinheiro</strong>. Como se pode notar, ela apóia-se nas idéias da crítica canadense <strong>Linda Hutcheon</strong>. E, como se pode perceber, também, a paródia mordena (ou contemporânea) ordinária segue partindo dos dicionários, muitas vezes misturando paródia com sátira, ou melhor, falta de criatividade com tiração de sarro.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O belo plano sequência de El secreto de sus ojos</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 14:15:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Demorei pra colar esse belíssimo e surpreendente plano sequência, mas porque eu esperava fazer uma breve resenha desse filme e amarrar tudo (o que não estou conseguindo, como pode notar). Então, independente disso, aí vai ele, comigo já lhe recomendando que não deixe de ler os comentários, lá no youtube, onde se discute como foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/hffLoBKeHWk" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="412" src="http://www.youtube.com/v/hffLoBKeHWk"></embed></object></p>
<p>Demorei pra colar esse belíssimo e surpreendente plano sequência, mas porque eu esperava fazer uma breve resenha desse filme e amarrar tudo (o que não estou conseguindo, como pode notar). Então, independente disso, aí vai ele, comigo já lhe recomendando que não deixe de ler os comentários, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=hffLoBKeHWk" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">lá no youtube</span></a>, onde se discute como foi feito, além da participação de um dos membros da equipe de produção esclarecendo muito a respeito.</p>
<p>&#8220;<a href="http://www.imdb.com/title/tt1305806/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">El secreto de sus ojos</span></a>&#8221; concorre ao <strong>Oscar</strong>, o que para mim não quer dizer nada, mas para o filme e o cinema argentino é muito importante (sobre isso, <a href="http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1228826" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">leia e assista o que há aqui nesse post do La Nación</span></a>).</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong><span style="color: #000000;">Comentário ligeiro</span></strong></p>
<p>O filme não chega perto da beleza do quase insuperável &#8220;<span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.imdb.com/title/tt0292542/" target="_blank">El hijo de la novia</a></span>&#8221; (se ainda não viu, corrija isso já), depois do qual <strong>Campanella</strong> ganhou maior projeção internacional e conduziu sua carreira participando de alguns seriados americanos. Porém, ele possui aquele humor peculiar dos argentinos e a sensibilidade aguçada do diretor, além das sempre belas atuações. Em alguns momentos, acaba caindo nos clichês mais rasos e a resolução da trama não alcança o mesmo nível que outros momentos, o que pode ser bem ruim e até um tanto frustrante.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><span style="color: #000000;"><strong>Vientos de agua</strong></span></p>
<p>Estou baixando <a href="http://www.imdb.com/title/tt0459724/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">essa série</span></a>, em 13 episódios, escrita e dirigida por ele, mas não está fácil conseguir os primeiros episódios. Se algum dia eu conseguir, subo aqui.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>James Joyce&#8217;s Ulysses documentary</title>
		<link>http://www.nadapessoal.com.br/2010/03/04/james-joyces-ulysses-documentary/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 18:30:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Lembro de ter assistido a esse documentário na TV Cultura, anos atrás, em um dos especiais &#8220;Grandes mestres da literatura&#8221; (se não me engano era esse o nome). Procurei pelo torrent, mas não encontrei, porém ele está todo disponível, no Youtube. Apesar da qualidade ruim da imagem, vale o tempo investido. Vou colar as outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/10uijZKnc-Y" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="412" src="http://www.youtube.com/v/10uijZKnc-Y"></embed></object></p>
<p>Lembro de ter assistido a esse documentário na <strong>TV Cultura</strong>, anos atrás, em um dos especiais &#8220;<strong>Grandes mestres da literatura</strong>&#8221; (se não me engano era esse o nome). Procurei pelo torrent, mas não encontrei, porém ele está todo <a href="http://www.youtube.com/user/fozziex#g/c/7AE3C71DDF9ADB90" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">disponível, no Youtube</span></a>. Apesar da qualidade ruim da imagem, vale o tempo investido. Vou colar as outras 8 partes, abaixo:<span id="more-1762"></span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UFKQV9K9q8M" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="412" src="http://www.youtube.com/v/UFKQV9K9q8M"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/OM2WCmztJoI" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="412" src="http://www.youtube.com/v/OM2WCmztJoI"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/J6Iq94QljW8" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="412" src="http://www.youtube.com/v/J6Iq94QljW8"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/DkoqnK2nQps" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="412" src="http://www.youtube.com/v/DkoqnK2nQps"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/KAASv5yOXXg" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="412" src="http://www.youtube.com/v/KAASv5yOXXg"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nvqppU0677E" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="412" src="http://www.youtube.com/v/nvqppU0677E"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/eps5p2Aj53A" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="412" src="http://www.youtube.com/v/eps5p2Aj53A"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/v0M3240zG-U" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="412" src="http://www.youtube.com/v/v0M3240zG-U"></embed></object></p>
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		<title>Ensinamentos de Montaigne</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 11:52:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;&#8216;assim como o vento, se espessas florestas não se erguem à sua frente como obstáculos, perde sua força e se dissipa na imensidão,&#8217; (Plutarco)
assim a alma perturbada e agitada se confunde quando lhe falta um objetivo.&#8221;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">&#8220;&#8216;assim como o vento, se espessas florestas não se erguem à sua frente como obstáculos, perde sua força e se dissipa na imensidão,&#8217; (Plutarco)</p>
<p>assim a alma perturbada e agitada se confunde quando lhe falta um objetivo.&#8221;</p>
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		<title>Ex</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 22:59:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Essa doença dos sem atitude, a melancolia. Engoliu a seco. Ventinho das seis eriçando a pele, o sol deflagrando nuvens. Ela chegou primeiro, vestiu avental, touca, pessoas em cinco minutos a água fervendo, até o final da tarde. E foi embora. Mas não, não pense você que à casa do ex-marido. Desta vez, nem pensar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Essa doença dos sem atitude, a melancolia. Engoliu a seco. Ventinho das seis eriçando a pele, o sol deflagrando nuvens. Ela chegou primeiro, vestiu avental, touca, pessoas em cinco minutos a água fervendo, até o final da tarde. E foi embora. Mas não, não pense você que à casa do ex-marido. Desta vez, nem pensar. Mulher que ainda dá para ex aceita a solidão, nem pensar. Ele sempre fora o covardão, manja o tipo? Palito no canto da boca, havaiana pregada a rebite, mão pesada nas costas da empregadinha dele. Um frouxo. Na obra, salário em bebida ou motelzinho barato. Ela também sempre fora uma covarde, que não se faça de vítima. Só que hoje chegou a casa sem o suor do dia, da foda doída e a palma marcada, do nem sequer um banho depois, aquele gosto de pele suja escorrendo à garganta, o prazer dele grudando nas costas e a dor no estômago de fome. Tomou um banho, preparou o jantarzinho modesto e alimentou o corpo coitado. Rasgou o jornal à altura dos classificados, pois amanhã também não volta para a lanchonete. Vida nova.</p>
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