/arquivo de April 2010

Recesso

Enquanto um novo computador não me ampara, já que a versão mal feita que eu usava resolveu dar adeus. Vai tarde, seu maldito.

Difficile difficile

Caffè a colazione.

Conor Harrington

Conor Harrington.

As cidades e a memória

O homem que cavalga longamente por terrenos selváticos sente o desejo de uma cidade. Finalmente, chega a Isidora, cidade onde os palácios têm escadas em caracol incrustadas de caracóis marinhos, onde se fabricam à perfeição binóculos e violinos, onde quando um estrangeiro está incerto entre duas mulheres sempre encontra uma terceira, onde as brigas de […]

Autoretrato

The Malady of Death

16 do 4 de 10

Hojé 16 do 4 de 10, mire veja: dei cabo no das Veredas, mar Grande Sertão – maximé! -, escrita fiansada no pra sempre da palavra, seu Guimarão, o das Rosas.

A lua

e a lua foi transposta até a borda e fixada com tábuas e pregos e lacrada com almíscar na parte sudeste do céu girava sob cálculos e sempre voltava ao seu lugar _ Márcio-André, em Intradoxos (da série Movimento perpétuo).

Velho lobo

“Conforme ficamos velhos, rituais vão se colando ao nosso dia, como uma craca ao barco antigo. De repente, percebemos que não saímos mais de casa sem uma meia extra, ou que não lemos romances em papel muito branco, ou que não temos paciência para assistir a trailers no início da sessão, e aguardamos na sala […]

Estranhos passantes

A vida abriu uma ferida em mim, por onde agora percorre esse corpo. Lembro do sol mal dobrando as esquinas, a idade dos sulcos na calçada e o adocicado de final de tarde. Ruas, praças e parques, públicos, sentando nós dois a alimentar os pássaros, que são pombos, e ainda são vários. Meus pais apareciam […]

|
Página