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	<title>Comments on: David Foster Wallace e Infinite Jest, por Adrian Leverkuhn</title>
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		<title>By: Denis</title>
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		<dc:creator>Denis</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 20:30:49 +0000</pubDate>
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		<description>“E unibus plurum” encontra-se aqui (em pdf): http://jsomers.net/DFW_TV.pdf

&quot;Understanding DFW&quot;, do Boswell, encontra-se parcialmente aqui (já selecionado no Cap1, sobre a terceira onda no Modernismo, ao qual o autor do artigo se refere, no início): http://books.google.com.br/books?id=3N4irbH6cDUC&amp;pg=PA9&amp;lpg=PA9&amp;dq=E+Unibus+Pluram+%2B+david+foster+wallace&amp;source=bl&amp;ots=ANbVwheGDH&amp;sig=PzDFpGb2Xfr3Es1mBe5byOw7PoM&amp;hl=pt-BR&amp;ei=LiskSoCWI5SNtgf_lJmvBg&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=8#PPP14,M2</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“E unibus plurum” encontra-se aqui (em pdf): <a href="http://jsomers.net/DFW_TV.pdf" rel="nofollow">http://jsomers.net/DFW_TV.pdf</a></p>
<p>&#8220;Understanding DFW&#8221;, do Boswell, encontra-se parcialmente aqui (já selecionado no Cap1, sobre a terceira onda no Modernismo, ao qual o autor do artigo se refere, no início): <a href="http://books.google.com.br/books?id=3N4irbH6cDUC&#038;pg=PA9&#038;lpg=PA9&#038;dq=E+Unibus+Pluram+%2B+david+foster+wallace&#038;source=bl&#038;ots=ANbVwheGDH&#038;sig=PzDFpGb2Xfr3Es1mBe5byOw7PoM&#038;hl=pt-BR&#038;ei=LiskSoCWI5SNtgf_lJmvBg&#038;sa=X&#038;oi=book_result&#038;ct=result&#038;resnum=8#PPP14,M2" rel="nofollow">http://books.google.com.br/books?id=3N4irbH6cDUC&#038;pg=PA9&#038;lpg=PA9&#038;dq=E+Unibus+Pluram+%2B+david+foster+wallace&#038;source=bl&#038;ots=ANbVwheGDH&#038;sig=PzDFpGb2Xfr3Es1mBe5byOw7PoM&#038;hl=pt-BR&#038;ei=LiskSoCWI5SNtgf_lJmvBg&#038;sa=X&#038;oi=book_result&#038;ct=result&#038;resnum=8#PPP14,M2</a></p>
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		<title>By: Denis</title>
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		<dc:creator>Denis</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 02:24:00 +0000</pubDate>
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		<description>O modo como alguns contam a história da literatura deveria vir com a ressalva: há outras! Antonio Candido faz isso, na dele, acho admirável. 

Geralmente, quando se setencia dogmaticamente um movimento artístico, um contexto histórico, o juiz da sentença nos revela qual a extensão de sua própria punição, tão somente. 

Lembrei da Alice Ruiz (com sua filha, Estrela), agora:

&quot;até onde a vista alcança
tudo pertinho
a quilômetros de distância&quot;

Tão bonitos os hai-kais dela, vou colar alguns na página principal. Quem sabe comece com esse :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O modo como alguns contam a história da literatura deveria vir com a ressalva: há outras! Antonio Candido faz isso, na dele, acho admirável. </p>
<p>Geralmente, quando se setencia dogmaticamente um movimento artístico, um contexto histórico, o juiz da sentença nos revela qual a extensão de sua própria punição, tão somente. </p>
<p>Lembrei da Alice Ruiz (com sua filha, Estrela), agora:</p>
<p>&#8220;até onde a vista alcança<br />
tudo pertinho<br />
a quilômetros de distância&#8221;</p>
<p>Tão bonitos os hai-kais dela, vou colar alguns na página principal. Quem sabe comece com esse :)</p>
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		<title>By: Enaiê</title>
		<link>http://www.nadapessoal.com.br/2009/03/05/david-foster-wallace-e-infinite-jest-adrian-leverkuhn/comment-page-1/#comment-30</link>
		<dc:creator>Enaiê</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 20:38:19 +0000</pubDate>
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		<description>Muitos acreditam que a literatura é um ciclo fechado cujo ponto culminante é Joyce. Após o escritor irlandês nada seria inovador. Ainda bem que DFW transpõe essas expectativas mais do que pessimistas. 
Muito legal o artigo. Parabéns.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos acreditam que a literatura é um ciclo fechado cujo ponto culminante é Joyce. Após o escritor irlandês nada seria inovador. Ainda bem que DFW transpõe essas expectativas mais do que pessimistas.<br />
Muito legal o artigo. Parabéns.</p>
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